23 Ago 2019
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Análise: The Unfinished Swan

No quentinho dos lençóis, ligamos a Playstation 3 e iniciamos o novo jogo lançado pela Sony Computer Entertainment – The Unfinished Swan. Um jogo que certamente nos vai fazer lembrar dos bons tempos de infância em que os nossos pais nos liam uma história antes de adormecermos.

Mas esta seremos nós a descobrir a história por nós próprios.

Se ainda não conseguiram perceber pela introdução desta análise, o The Unfinished Swan é um jogo criado pelo estúdio da Giant Sparrow, e lançado pela Sony Computer Entertainment. O jogo leva-nos numa aventura gráfica, dando-nos a sensação de estarmos a ler um conto de crianças, e à medida que vamos avançando no jogo vamos descobrindo novas páginas com o desenrolar da história.

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O jogo tem um estilo claramente indie, e apresenta um design muito limpo e fácil de navegar. Os botões são muito fáceis e rápidos de entender, aos quais apenas precisamos de um para saltar, outro para disparar bolas de tinta, a navegação e a câmera são designados ao analógico. Permite também o uso do PS Move, ao qual não experimentei, mas calculo que o uso seja intuitivo (é preciso o Playstation Move Navigation Controllers e o comando Playstation Move).

As bolas de tinta mencionadas servem para revelar o ambiente que nos rodeia, isto porque o jogo dá muito ênfase à exploração do desconhecido, e digo isto porque em certas partes do jogo, apenas vemos branco, e estamos dependentes das bolas de tinta para ir mostrando o caminho e obstáculos pelo nosso caminho. Temos também bolas de água que se apresentam para funcionalidades diferentes ao longo do jogo.

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A progressão do jogo é fluida e artistica como um bom jogo indie deve ser. Não há pausas entre níveis para quebrar o ritmo do jogo, apenas entre capítulos, o que de certo modo tem a sua lógica para para ir contando um pouco mais da história. Quanto a longevidade o jogo peca um pouco, por ter apenas 4 capítulos, contudo dentro de cada existem entre 3-6 partes variando em cada um. Parece muito mas com o passar do tempo, mal damos por eles passar, porque acabamos de nos deixar absorver pela história.

Os níveis são muito diversos, apresentando fatores únicos, e belos o suficiente para se perder uns 5 minutos a ver o que nos rodeia. A arte neste jogo tem um estilo desenhado, e à medida que usamos a as bolas de tinta para explorar o nível, dá um aspecto mais artístico ao que acabamos por ver. De certo modo pode-se dizer que é uma exploração à Jackson Pollock. O jogo em si apresenta uns puzzles, que não teem uma complexidade excessiva, mas sim razoável para todas as idades. De certo modo só um me fez puxar um pouco pela cabeça mas não foi coisa de mais de 10 minutos.

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O jogo apresenta também alguns colecionáveis, e de certo modo são o casamento perfeito, isto pois os balões servem para desbloquear ajudas, e as páginas servem para aprofundar a história. Por isso de certo modo somos quase atraídos a tentar apanhar os colecionáveis todos.

Relativamente a troféus, o jogo apresenta 10, sendo 9 de bronze e 1 de prata. Não apresentam ter uma dificuldade elevada, pois envolvem apenas em passar o jogo, apanhar os colecionáveis e fazer umas pequenas tarefas. De certo modo que não sejam os troféus que vos impeçam de jogar o jogo.

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Finalizando o assunto, The Unfinished Swan, é um titulo da PlayStation 3 exclusivo que vem a mostrar uma qualidade excelente, e certamente irá ser um dos grandes sucessos que a Sony terá exposto à venda na Playstation Store. Pessoalmente recomendo a todos a jogar este jogo, seja sozinho ou em família, ele serve para todas as idades e a história é muito cativante.

Aqui fica o trailer do jogo:

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