18 Mai 2020
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Crónicas de Quarentena #7 – Call of Duty: Modern Warfare

Uma agradável surpresa.

Recentemente a Activision lançou Warzone, o modo Battle Royale de Call of Duty: Modern Warfare, que ao contrário de Blackout, parece que veio para ficar como o Battle Royale da Activision. E com esse novo vicio voltou o bichinho de Call of Duty. Mas é da campanha que vos vou falar. O meu colega Ricardo Passos já trouxe a análise do jogo na altura do lançamento, mas só agora é que eu peguei nele. Comecei por pegar na campanha só pela platina (demasiado tempo livre nestas últimas semanas), mas acabou por se tornar numa excelente surpresa.

Não vou entrar em detalhes, pois não iria acrescentar nada à nossa análise, mas vou falar de forma superficial daquilo que mais me impressionou. A história está incrível, desde o carisma dos personagens, em especial do Captain Price, às situações militares que o jogo nos expõe. Gostei particularmente das missões onde temos de ser furtivos. Uma das missões envolve procurarmos por alguém numa casa, vasculhando todos os andares. É uma missão simples, sem grande dificuldade, mas os gráficos e jogabilidade aliados ao excelente trabalho de luz, faz com que a situação seja bastante credível.

Claro que pelo meio desta experiência andei pelo modo online, que por acaso ainda não tinha experimentado. Mal ou bem, tenho vindo a gostas de todos os jogos da série, mas a paciência para o online tem sido pouca, mas Modern Warfare trouxe de volta o bichinho. É um jogo com os pés assentes na terra e com mecânicas renovadas, mas com o cheirinho do que a série era nos tempos de ouro.

Tanto offline como online, Call of Duty: Modern Warfare é uma excelente aposta para o período de confinamento. Se não têm o jogo, podem sempre experimentar o Warzone que é gratuito.

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