15 Mai 2020
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Crónicas de Quarentena #5 – Destiny

Platinei Destiny durante a quarentena!

Não estava nos meus planos voltar a jogar o primeiro Destiny, mas a verdade é que já joguei dezenas de horas durante esta quarentena. Isto tudo, porque alguém teve a ideia de fazer a platina, e foi de arrastão.

A experiência começou por ser dura, pois aos veteranos do grupo faltavam troféus como completar uma raid em hard e completar uma raid sem ninguém da fireteam morrer. Então para mim, como só tinha jogado isto até pouco mais de 200 de light, estes dois troféus foram duros, até porque nunca tinha raidado em Destiny. Com muitos gritos, suor e frustração, lá os acabamos, e o que para eles foi o final de uma jornada épica, para mim foi apenas o inicio, porque apenas tinha um personagem a 40 e precisava de ter todos com uma subclasse ao máximo, coisa que nem esse estava, mas rapidamente o completei.

Nos últimos dias estive a começar dois personagens do zero, completando todas as missões principais até ao final do Taken King, pois não tenho o Rise of Iron. E devo-vos dizer: estou no final do 3º personagem e estou a ganhar o bichinho por Destiny, e não vejo a hora de acabar isto para voltar em grande ao Destiny 2!

Destiny apesar de já ter uns anitos, tem ainda um certo encanto. O design dos personagens é muito apelativo, e dá uma certa alegria ver o personagem no menu com roupas estilosas. Mesmo a nível gráfico, Destiny passou no teste do tempo, não só a nível de texturas como a nível de paisagem. Destiny tem cenários alienígenas bastante bonitos.

O crucible, PVP de Destiny é uma confusão. Existem armas que continuam a ser demasiado fortes e depois algo que me faz confusão, é não existir um modo em que os supers estejam desactivados. É chato estar a dominar em skill, e do nada levar com um super que aniquila os meus companheiros todos. Nem me façam falar nas caçadeiras!

Destiny vai ficar para a história como um dos meus companheiros de quarentena e como uma das pérolas da Bungie.

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