15 Mai 2020
Stadia

Análise – DOOM: Eternal

DOOM: Eternal já se encontra disponível e é já considerado um sucesso de vendas no seu lançamento. Hoje trazemos a nossa opinião do regresso de Doom às nossas televisões, directamente do inferno.

Começando pelo início, não é costume começarmos um Doom a pensar na história – a acção é sempre o seu ponto forte, mas em Eternal a história está lá e em bom nível, vamos ter cutscenes e lore com fartura para quem gosta de seguir a narrativa por isso vamos lá deixar a caçadeira arrefecer e o coração acalmar.

A UAC (Union Aerospace Corporation) foi corrompida e trouxe a invasão demoníaca para o planeta Terra, onde três Hell Priests coordenam a invasão e destruição do planeta. Sim, adivinharam – Doom Slayer não ficou parado e regressou a casa, trazendo consigo um arsenal brutal de armas.

Doom Eternal

O principal aspecto de Doom: Eternal está lá: enorme diversão enquanto reduzimos demónios a cinzas. Em termos de jogabilidade contem com satisfação total. Ao nosso dispor temos uma série de armas que vão das clássicas (a bela da caçadeira) até armas futurísticas.

Há para todos os gostos e todas vão ter o mesmo resultado: desfazer tudo o que se cruze à vossa frente enquanto rangem os dentes! Contem com muita destruição e sangue enquanto jogam e não esperem ir dormir a seguir, o vosso coração vai estar aos saltos!

Doom Eternal

Como nos anteriores, à medida que limpam as forças inimigas, estas vão chegando com maior intensidade e com elas, uma banda sonora brutal e violenta que mais uma vez foi composta por Mick Gordon.

Em termos de performance, jogámos na PS4 Pro e notou-se que o jogo esteve sempre a roçar os 60 FPS e com tempos de carregamento muito rápidos, tendo em conta os fantásticos visuais de Doom: Eternal.

Em mecânicas de combate temos umas novidades que podem tornar tudo ainda mais violento. A famosa moto-serra é nossa velha conhecida e continua presente mas se quiserem por exemplo por os inimigos em chamas, podem usar o Flame Belch ou usar o Blood Punch, um novo ataque que como o nome diz, é um soco bem “visual”.

Doom Eternal

O Glory Kill está de volta e melhorado, agora não é só rasgar demónios ao meio mas ao o fazerem vão também ganhando items como por exemplo vida ou munições.

Intenso, rápido, divertido e violento, Doom: Eternal é tudo isto e muito mais

Não esperem andar às escondidas com paredes a proteger-vos das balas inimigas, não há sistema de cover como em FPS mais recentes, aqui estamos em modo velha guarda, o vosso escudo, são os vossos inimigos.

Os níveis estão bem desenhados e fáceis de navegar, com alguns puzzles pelo caminho para respirarmos um pouco e alguns colecionáveis para aqueles que procuram os 100%. O jogo facilita quem quer pesquisar e encontrar todos os seus segredos. Podemos sempre voltar atrás sem perder qualquer conteúdo.

Doom Eternal

Onde quer que estejam, é impressionante admirar o cenário à distância, a destruição, os demónios a lutar, nunca sabemos o que vamos encontrar no nosso próximo confronto.

Para além da fantástica campanha, foi também incluído um modo online chamado Battlemode. Este modo coloca três jogadores no terreno, dois contra um, dois demónios e um Doom Slayer.

Doom Eternal

Intenso, rápido, divertido e violento, Doom: Eternal é tudo isto e muito mais. Aproveitem o facto de estarmos em casa e não tenham medo dos demónios, convidem o Doom Slayer para um copo e com ele, toca a salvar a Terra. Doom: Eternal vai ficar no topo como um dos melhores jogos da Bethesda e uma prova de que Doom consegue continuar a trazer-nos novidades a alto nível.

Doom: Eternal
9 / 10 Pontuação
Resumo
Intenso, rápido, divertido e violento, Doom: Eternal é tudo isto e muito mais. Aproveitem o facto de estarmos em casa e não tenham medo dos demónios, convidem o Doom Slayer para um copo e com ele, toca a salvar a Terra. Doom: Eternal vai ficar no topo como um dos melhores jogos da Bethesda e uma prova de que Doom consegue continuar a trazer-nos novidades a alto nível.
Rating9

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